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Stranger Things

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Por: Maiara Mello (Valente) T.X

Contem spoilers

Sugestão de musica para escutar enquanto le:  Should I Stay or Should I Go? no Spotify

 

Sexta-feira, inverno, férias, netflix e pipoca. A primeira temporada de Stranger Things conseguiu reunir excelentes argumentos para uma maratona. Apenas 8 horas (de um fim de semana aparentemente comum) foram necessárias para que essa série entrasse de cabeça no gosto mundial e ainda fez com que ansiosos telespectadores aguardassem 469 dias para a continuação.

O pacote que guardava o enredo envolvente, o carisma dos personagens, a trilha sonora cheia de sucessos e as referências da década de 80 criaram toda a expectativa responsável pelo novo ar cinematográfico na abertura da nova temporada: Stranger Things 2. Embora a história não seja mais baseada em um eixo principal (o desaparecimento de Will Byers), a narrativa transformou os 9 capítulos em um filme. Nos primeiros episódios conseguimos matar a saudade dos personagens e somos apresentados às novidades e aos seus novos desafios. O Mundo Invertido traz uma nova ameaça que faz os demagorgons parecerem bichinhos de estimação – Dustin entende a sensação – e é introduzida aos poucos no roteiro para fazer uma apresentação singular (afinal, se não for pra causar, pra que atravessar o portal?). As complicações e tretas estão guardadas para os episódios centrais e só serão resolvidas no final. É importante ficar atento na temporada inteira pois elementos que parecem aleatórios são conectados conforme o tempo avança.

Um dos destaques da temporada é com certeza o péssimo-namorado-mas-excelente-babá Steve Harrington. Ele deixou pra 2016 seu lado babaca e carrancudo e mostrou que Houve uma mudança já que ele não fugiu do Demogorgon na casa dos Byers e enfrentou o monstro junto com a Nancy e o Jonathan. Aliás, com isso seu lugar de antagonista humano fica vago, certo? Ai que entra em cena Billy, responsável por tacar o terror na parte humana da história. A temporada também traz Max (vai virar o mundo dos garotos de ponta cabeça), Dr. Owns e Bob. Eleven também está de volta, numa jornada de auto descoberta (tanto dos seus poderes como da sua identidade) com uma parceria inusitada (spoilers na primeira temporada).

Para terminar, enquanto embalado pela trilha sonora, preste bem atenção em alguns objetos, no cenário e nas novas-velhas refêrencias de uma década tão diferente mas nem um pouco enfadonha presentes nas tomadas ageis e nos efeitos visuais muito mais ambiciosos.

 

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