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Direito, Filosofia e Cinema

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Ana Flávia Toller (Curta) – T XI

Queridos leitores do Ócios,

Vocês já questionaram a razão de estudar Filosofia em um curso de Direito? A resposta, na maior parte das vezes, é um senso comum intuitivo que aponta para o “milagre” da erudição. Por vezes, os cursos de Direito são vistos pelos seus próprios estudantes e pela sociedade em geral como associados a pessoas demasiadamente refinadas, de amplo conhecimento cultural e com o demodê uso de palavras e técnicas E-X-C-L-U-S-I-V-A-S, as quais nenhuma outra área do conhecimento se atreve a invocar.  Esse senso comum tem raízes sociológicas um pouco extensas para abordar neste texto, porém bastante inquietantes.

Nesse sentido intuitivo,  revelar a alguém que você estuda filosofia na faculdade de Direito, nunca será motivo de espanto, já que, o filósofo, também sempre contou com um nível bastante conhecido de exclusividade nos modos. Considerado como aquele que é um verdadeiro ponto fora da reta, questionador e sempre aposto como mais preocupado com as coisas do espírito (razão de ser e porquês) do que com a vivência material.

Obviamente, acima estão dois esteriótipos que possuem relação intima, tendo em vista que, com a construção da sociedade ocidental, o filósofo e o jurista, tornaram-se a cúpula de uma estrutura social na qual o saber se desnuda para poucos. E, portanto, dificultar a entrada dos “outros” nessas áreas de conhecimento se tornou algo bastante comum.  O comentário de um leigo sobre Direito e Filosofia como disciplinas de um mesmo curso provavelmente conterá palavras que revelem conotação de dificuldade, apreço e admiração.

Mas, qual a real e sincera importância de ter bases filosóficas no campo do Direito? Isso se estende para além da mera erudição? Qual o nosso verdadeiro papel ao estudarmos disciplinas filosóficas?

Tenho em mente que sua importância deve centrar-se bem além de um uso “profânico”, que é a demonstração pública da erudição em palanques ou grupo de amigos. Aliás, não sejam essas pessoas, queridos.  Enfim, haveria na filosofia alguma aplicação prática para o Direito?

Quando iniciamos a faculdade, lidar com matérias desse gênero costuma fazer muito barulho nas nossas percepções de vida. Afinal, encarar um primeiro ano de graduação com matérias propedeuticas exige uma abstração facilitada, já que tudo é NOVO, estamos num momento de perceber porque escolhemos estar ali, se realmente aquela grade curricular nos motiva, ou qual o funcionamento estrutural de uma universidade. No entanto, quando já tivemos um profundo contato com o Direito e voltamos a contatar matérias propedêuticas, o nivel de abstração exigido é de uma amplitude tamanha que nos faz questionar: “por que eu estou lidando com essa disciplina que me é tão subjetiva, se a vida real me exige uma prática processual muito mais refinada?”.

É por isso que termino refletindo sobre essas questões: qual a perspectiva de aprender Filosofia no curso de Direito para além das aparências?

Felizmente, há um significado bastante importante na própria noção de filosofia que nos aponta a verdadeira resposta: na realidade, a filosofia não exige que você seja um versado jurista para ser acessada. Filosofia é o que o homem individualente e em grupo faz todos os dias, questionando razões de ser das coisas, do significado da vida e dos acontecimentos que não se pode controlar, ou seja, as respostas científicas (ou, ao menos, materiais, naturais) que buscamos para coisas mundanas sobre as quais nem sempre encontramos respostas ou explicações tão visíveis.

Por isso, a forma de introduzir filosofia na mesa do rolê tem mais haver com soltar um: “Ah, porque filosofia é um dos nossos direitos básicos mais acessiveis, e todos deviam aprender a lidar com ela de forma natural.”, do que dizer timtim por timtim a filosofia de um pensador que viveu na época antes de antes de Cristo, quando este sequer pensava na humanidade.

Certo, mas isso ainda não explica porque a estudamos no curso de direito. Escrevo aqui como leiga e recorro ao meu poder de permitir a “anti-cientificidade” deste texto para dizer que suspeito de três razões:

  1. Uma ciência social aplicada, como o Direito, propõe que entendamos que nossa realidade é excepcional. Ou seja, vivemos em um mundo repleto de outros mundos e se você pretende se arriscar no ser/estar do direito, é preciso ser/estar aberto a entender visões de mundo. A filosofia, no geral, nos mostra a importante tarefa de portar-se humilde perante o conhecimento.
  2. Temos razões históricas, pelas quais, o Direito teve muita de suas teorias fundadas em pensamentos filosóficos, a ocorrência de pensadores no decorrer dos tempos, fez com quer teorias jurídicas tivessem como fonte remota a própria filosofia.
  3. Finalmente, e sem dúvidas, um clichê perigoso: perguntar o(s) porquê(s) é essencial para a atividade jurídica. Nela, questionar as razões de ser das coisas pode nos levar a entendimentos muito mais distantes e encontrar respostas mais completas e complexas. Nossa principal tarefa é fazer mais do que aceitar, é questionar a razão de ser de uma forma, de uma ideia, de uma decisão.

 

Assim, reitero a antipatia de entender direito e filosofia como erudição. A filosofia é acessível a todos e o Direito, deveria ser feito para  determinada concepção de justiça e EXPLICITADO para TODOS, quando requisitado. E, é nesse ponto que consigo alavancar a ideia do CINEMA.

A filosofia não deu luz apenas ao conhecimento puramente científico, matemático, ou de ciências naturais. Esta é apenas uma das formas de filosofia. Mas, a filosofia se encontra dentro do teatro, do cinema e das artes, no geral.

Seguindo a ideia de que i) a filosofia é para todos e ii) é manifestada em mais de um ambito do conhecimento e iii) é necessária ao direito. Então, porque não seria essencial que o CINEMA carregasse essa dupla tarefa? De trazer, per si, em sua gênese, uma inclinação filosófica e, aportar consigo, temas inerentes ao Direito, mostrando a realidade da ciência em sociedade, através da arte de filosofar pela imagem.

E aí, esta última questão sobreleva a inicial: por que não estudar cinema ao estudar direito? Por que a filosofia que se posta para introduzir-nos ao curso é apenas a filosofia científica, aquela que requer sempre um esforço tríplice para entender conceitos que poderiam ser facilitados? Lógicamente, o estudante de direito precisa desse esforço de leitura, mas, a proposta que trago é motivar a interdisciplinariedade e trazer ao leitor alguns filmes que podem ajudar nessa tarefa.

Com isso, vocês podem aprender, aprimorar o conhecimento e se enquanto assistir aos filmes alguém lhe disser: “Seu primo já passou em 3 concursos públicos.” Você responda: “E eu estou filosofando e estudando direito ao mesmo tempo, de nada me adianta passar no concurso sem encontrar sentido no que faço”.

E por isso, aqui vão dicas preciosas de 4 filmes filosóficos-jurídicos-políticos:

 

  1. A Vila (The Village, EUA, 2004, M. Night Shyamalan): Trata-se de um filme transcorrido em uma Vila, tranquila e isolada. No entanto, as pessoas nesse local acreditam na existencia de criaturas escondidas no bosques e, por isso, nunca se arriscam a adentrá-lo. É um ótimo filme para discutir a filosofia da Caverna de Platão, a filosofia do medo, notar a diferença entre mito e filosofia e, principalmente, como tudo isso se reflete nos artifícios criados para a manutenção pacífica de uma comunidade.

 

  1. “Muito Além do Jardim” (Being There, EUA, 1979, Hal Ashby): Neste filme, Chance (Peter Sellers), é um homem ingênuo que vive cuidando de um jardim e vendo TV. Não possui contato com o mundo, e sequer possui carteira de identidade. É um filme bastante interessante para discutir o papel do homem no mundo, direitos da personalidade e a condição de influência humana, principalmente através das ideias de Schopenhauer – “o mundo é minha representação”. Isso, porque, na obra, quando o patrão de Chance morre, ele  é obrigado a deixar a casa em que sempre viveu e acidentalmente é atropelado por um magnata que se torna seu amigo e chega a apresentá-lo ao Presidente (Jack Warden). Curiosamente, tudo dito por Chance ou até mesmo o seu silêncio é considerado genial.

 

 

  1. Dançando no Escuro (Dancer in the Dark, 2000, Lars Von Trier): trata-se da história de Selma Jezkova (Björk), uma mulher portadora de uma doença hereditária na visão. É um filme espetacular para se discutir moral, ética, justiça e também, o trabalho humano da perspectiva da proteção ou da falta dela. Selma, tenta impedir que seu filho fique cego como ela e para isso trabalha muito para economizar e pagar a operação do garoto, mas os acontecimentos mudam os rumos da sua vida de forma bruta. Também é essencial para discutir o pensamento poético e da tragédia inscrito na filosofia grega.

 

  1. Viagens Alucinantes (Altered States,1980, Ken Russell): esta obra é do começo ao fim um ensaio sobre filosofia e direito. Com ela pode-se discutir muito a relação da busca pelo sentido da vida e dos limites da ciência, como técnica apta a interferir na realidade humana. William Hurt é um cientista que simplesmente ignora que tem amigos e uma família pois está tão envolvido com seu projeto que não consegue pensar em outra coisa. Seu objetivo é descobrir, a qualquer custo, o verdadeiro papel da Humanidade no Plano Geral da Coisas. Para atingir seus objetivos, ele se submete a uma série de experimentos para expandir sua mente. O resultado desses trabalhos foi a transformação do cientista em uma espécie de monstro.

 

*Parte das sinopses foram retiradas do site Filmow

Queridos leitores do Ócios,

 

Vocês já questionaram a razão de estudar Filosofia em um curso de Direito? A resposta, na maior parte das vezes, é um senso comum intuitivo que aponta para o “milagre” da erudição. Por vezes, os cursos de Direito são vistos pelos seus próprios estudantes e pela sociedade em geral como associados a pessoas demasiadamente refinadas, de amplo conhecimento cultural e com o demodê uso de palavras e técnicas E-X-C-L-U-S-I-V-A-S, as quais nenhuma outra área do conhecimento se atreve a invocar.  Esse senso comum tem raízes sociológicas um pouco extensas para abordar neste texto, porém bastante inquietantes.

Nesse sentido intuitivo,  revelar a alguém que você estuda filosofia na faculdade de Direito, nunca será motivo de espanto, já que, o filósofo, também sempre contou com um nível bastante conhecido de exclusividade nos modos. Considerado como aquele que é um verdadeiro ponto fora da reta, questionador e sempre aposto como mais preocupado com as coisas do espírito (razão de ser e porquês) do que com a vivência material.

Obviamente, acima estão dois esteriótipos que possuem relação intima, tendo em vista que, com a construção da sociedade ocidental, o filósofo e o jurista, tornaram-se a cúpula de uma estrutura social na qual o saber se desnuda para poucos. E, portanto, dificultar a entrada dos “outros” nessas áreas de conhecimento se tornou algo bastante comum.  O comentário de um leigo sobre Direito e Filosofia como disciplinas de um mesmo curso provavelmente conterá palavras que revelem conotação de dificuldade, apreço e admiração.

Mas, qual a real e sincera importância de ter bases filosóficas no campo do Direito? Isso se estende para além da mera erudição? Qual o nosso verdadeiro papel ao estudarmos disciplinas filosóficas?

Tenho em mente que sua importância deve centrar-se bem além de um uso “profânico”, que é a demonstração pública da erudição em palanques ou grupo de amigos. Aliás, não sejam essas pessoas, queridos.  Enfim, haveria na filosofia alguma aplicação prática para o Direito?

Quando iniciamos a faculdade, lidar com matérias desse gênero costuma fazer muito barulho nas nossas percepções de vida. Afinal, encarar um primeiro ano de graduação com matérias propedeuticas exige uma abstração facilitada, já que tudo é NOVO, estamos num momento de perceber porque escolhemos estar ali, se realmente aquela grade curricular nos motiva, ou qual o funcionamento estrutural de uma universidade. No entanto, quando já tivemos um profundo contato com o Direito e voltamos a contatar matérias propedêuticas, o nivel de abstração exigido é de uma amplitude tamanha que nos faz questionar: “por que eu estou lidando com essa disciplina que me é tão subjetiva, se a vida real me exige uma prática processual muito mais refinada?”.

É por isso que termino refletindo sobre essas questões: qual a perspectiva de aprender Filosofia no curso de Direito para além das aparências?

Felizmente, há um significado bastante importante na própria noção de filosofia que nos aponta a verdadeira resposta: na realidade, a filosofia não exige que você seja um versado jurista para ser acessada. Filosofia é o que o homem individualente e em grupo faz todos os dias, questionando razões de ser das coisas, do significado da vida e dos acontecimentos que não se pode controlar, ou seja, as respostas científicas (ou, ao menos, materiais, naturais) que buscamos para coisas mundanas sobre as quais nem sempre encontramos respostas ou explicações tão visíveis.

Por isso, a forma de introduzir filosofia na mesa do rolê tem mais haver com soltar um: “Ah, porque filosofia é um dos nossos direitos básicos mais acessiveis, e todos deviam aprender a lidar com ela de forma natural.”, do que dizer timtim por timtim a filosofia de um pensador que viveu na época antes de antes de Cristo, quando este sequer pensava na humanidade.

Certo, mas isso ainda não explica porque a estudamos no curso de direito. Escrevo aqui como leiga e recorro ao meu poder de permitir a “anti-cientificidade” deste texto para dizer que suspeito de três razões:

  1. Uma ciência social aplicada, como o Direito, propõe que entendamos que nossa realidade é excepcional. Ou seja, vivemos em um mundo repleto de outros mundos e se você pretende se arriscar no ser/estar do direito, é preciso ser/estar aberto a entender visões de mundo. A filosofia, no geral, nos mostra a importante tarefa de portar-se humilde perante o conhecimento.
  2. Temos razões históricas, pelas quais, o Direito teve muita de suas teorias fundadas em pensamentos filosóficos, a ocorrência de pensadores no decorrer dos tempos, fez com quer teorias jurídicas tivessem como fonte remota a própria filosofia.
  3. Finalmente, e sem dúvidas, um clichê perigoso: perguntar o(s) porquê(s) é essencial para a atividade jurídica. Nela, questionar as razões de ser das coisas pode nos levar a entendimentos muito mais distantes e encontrar respostas mais completas e complexas. Nossa principal tarefa é fazer mais do que aceitar, é questionar a razão de ser de uma forma, de uma ideia, de uma decisão.

 

Assim, reitero a antipatia de entender direito e filosofia como erudição. A filosofia é acessível a todos e o Direito, deveria ser feito para  determinada concepção de justiça e EXPLICITADO para TODOS, quando requisitado. E, é nesse ponto que consigo alavancar a ideia do CINEMA.

A filosofia não deu luz apenas ao conhecimento puramente científico, matemático, ou de ciências naturais. Esta é apenas uma das formas de filosofia. Mas, a filosofia se encontra dentro do teatro, do cinema e das artes, no geral.

Seguindo a ideia de que i) a filosofia é para todos e ii) é manifestada em mais de um ambito do conhecimento e iii) é necessária ao direito. Então, porque não seria essencial que o CINEMA carregasse essa dupla tarefa? De trazer, per si, em sua gênese, uma inclinação filosófica e, aportar consigo, temas inerentes ao Direito, mostrando a realidade da ciência em sociedade, através da arte de filosofar pela imagem.

E aí, esta última questão sobreleva a inicial: por que não estudar cinema ao estudar direito? Por que a filosofia que se posta para introduzir-nos ao curso é apenas a filosofia científica, aquela que requer sempre um esforço tríplice para entender conceitos que poderiam ser facilitados? Lógicamente, o estudante de direito precisa desse esforço de leitura, mas, a proposta que trago é motivar a interdisciplinariedade e trazer ao leitor alguns filmes que podem ajudar nessa tarefa.

Com isso, vocês podem aprender, aprimorar o conhecimento e se enquanto assistir aos filmes alguém lhe disser: “Seu primo já passou em 3 concursos públicos.” Você responda: “E eu estou filosofando e estudando direito ao mesmo tempo, de nada me adianta passar no concurso sem encontrar sentido no que faço”.

E por isso, aqui vão dicas preciosas de 4 filmes filosóficos-jurídicos-políticos:

 

  1. A Vila (The Village, EUA, 2004, M. Night Shyamalan): Trata-se de um filme transcorrido em uma Vila, tranquila e isolada. No entanto, as pessoas nesse local acreditam na existencia de criaturas escondidas no bosques e, por isso, nunca se arriscam a adentrá-lo. É um ótimo filme para discutir a filosofia da Caverna de Platão, a filosofia do medo, notar a diferença entre mito e filosofia e, principalmente, como tudo isso se reflete nos artifícios criados para a manutenção pacífica de uma comunidade.

 

  1. “Muito Além do Jardim” (Being There, EUA, 1979, Hal Ashby): Neste filme, Chance (Peter Sellers), é um homem ingênuo que vive cuidando de um jardim e vendo TV. Não possui contato com o mundo, e sequer possui carteira de identidade. É um filme bastante interessante para discutir o papel do homem no mundo, direitos da personalidade e a condição de influência humana, principalmente através das ideias de Schopenhauer – “o mundo é minha representação”. Isso, porque, na obra, quando o patrão de Chance morre, ele  é obrigado a deixar a casa em que sempre viveu e acidentalmente é atropelado por um magnata que se torna seu amigo e chega a apresentá-lo ao Presidente (Jack Warden). Curiosamente, tudo dito por Chance ou até mesmo o seu silêncio é considerado genial.

 

 

  1. Dançando no Escuro (Dancer in the Dark, 2000, Lars Von Trier): trata-se da história de Selma Jezkova (Björk), uma mulher portadora de uma doença hereditária na visão. É um filme espetacular para se discutir moral, ética, justiça e também, o trabalho humano da perspectiva da proteção ou da falta dela. Selma, tenta impedir que seu filho fique cego como ela e para isso trabalha muito para economizar e pagar a operação do garoto, mas os acontecimentos mudam os rumos da sua vida de forma bruta. Também é essencial para discutir o pensamento poético e da tragédia inscrito na filosofia grega.

 

  1. Viagens Alucinantes (Altered States,1980, Ken Russell): esta obra é do começo ao fim um ensaio sobre filosofia e direito. Com ela pode-se discutir muito a relação da busca pelo sentido da vida e dos limites da ciência, como técnica apta a interferir na realidade humana. William Hurt é um cientista que simplesmente ignora que tem amigos e uma família pois está tão envolvido com seu projeto que não consegue pensar em outra coisa. Seu objetivo é descobrir, a qualquer custo, o verdadeiro papel da Humanidade no Plano Geral da Coisas. Para atingir seus objetivos, ele se submete a uma série de experimentos para expandir sua mente. O resultado desses trabalhos foi a transformação do cientista em uma espécie de monstro.

 

*Parte das sinopses foram retiradas do site Filmow

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